Commons. Revista de Comunicación y Ciudadanía Digital, Vol. 7, Núm. 1 (2018)

¿DESARROLLO PARA QUÉ Y PARA QUIÉN? LA EXPERIENCIA DEL MAPA DE CONFLICTOS RELACIONADOS CON LA INJUSTICIA AMBIENTAL Y LA SALUD EN BRASIL

Marcelo Firpo de Souza Porto

Resumen


El artículo presenta la experiencia, resultados y reflexiones del mapa de conflictos relacionado con injusticias ambientales y salud en Brasil, un proyecto que identifica, sistematiza y hace públicos casos emblemáticos de conflictos ambientales. Estos derivan principalmente de actividades económicas y políticas de un modelo de desarrollo neoextractivista que impactan, discriminan y vulnerabilizan distintos pueblos y comunidades que viven y trabajan en los territorios afectados. Al largo del texto presentamos el concepto de conflicto ambiental en el marco de la ecología política. A continuación, hacemos una conexión entre los conflictos con el marco de la economía política del desarrollo, argumentando cuales escuelas teóricas son más (in)compatibles. Por fin, presentamos el Mapa de Conflictos, sus objetivos, metodología y principales resultados encontrados. Las estrategias de comunicación con el uso de internet y el audiovisual se constituyen como innovaciones importantes en las luchas territoriales, las denuncias y anuncios de alternativas de vida y desarrollo.

Palabras clave


ecología política; conflicto ambiental; desarrollo; mapa; Brasil.

Texto completo:

PDF

Referencias


ARAÚJO, I. S. (1999). Relações interétnicas e negociação simbólica ou Seriam os índios pós-modernos? Revista ECO, 4(1), 35-46.

CARVALHO, D. & CARVALHO, A. (2011). Desindustrialização e reprimarização da economia brasileira contemporânea num contexto de crise financeira global: conceitos e evidências. Revista Economia Ensaios, 26(1), 35-64.

FASANELLO, M.T. & ARAUJO, I.S.; PORTO, M.F. (2016). Produção audiovisual nas lutas dos movimentos sociais do campo no Brasil: dimensões comunicacional e epistemológica. Commons. Revista de Comunicación y Ciudadanía Digital, Vol 5 (2), 118-147.

FOSTER, J.B. (2005). A ecologia de Marx: materialismo e natureza. Rio de Janeiro: Editora Record.

FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ. (2016). Mapa de Conflitos Envolvendo Injustiça Ambiental e Saúde no Brasil. Recuperado de https://is.gd/CJqSYk.

______ (2009) BA - Organizações baianas e entidades paulistas atuam em rede e impedem transferência inter-estadual de resíduos altamente tóxicos para incineração na Bahia. Recuperado de https://goo.gl/vALXn6.

______ (2013) PE - Comunidade Quilombola de Conceição das Crioulas luta por demarcaçâo de território tradicional. Mapa de Conflitos Envolvendo Injustiça Ambiental e Saúde no Brasil. Recuperado de https://goo.gl/3Zd3A6.

______ (2015) MT - Povo indígena Ikpeng reivindica retorno ao seu território originário, atualmente ocupado por agricultores e fazendeiros. Mapa de Conflitos Envolvendo Injustiça Ambiental e Saúde no Brasil. Recuperado de https://goo.gl/cdjgWx.

FUNTOWICZ, S. & RAVETZ, J. (1997). Ciência pós-normal e comunidades ampliadas de pares face aos desafios ambientais. História, Ciência e Saúde – Manguinhos, 4(2), 219-230.

GUDYNAS E. (2012). Estado compensador y nuevos extractivismos. Nueva Sociedad, 237, 128-146.

______ (2016). Transições ao pós-extrativismo: sentidos, opções e âmbitos. In: DILGER, G., LANG, M. & PEREIRA FILHO, J. Descolonizar o imaginário: debates sobre pós-extrativismo e alternativas ao desenvolvimento. São Paulo, Elefante, Fundação Rosa Luxemburgo y Autonomia Literária.

HIDALGO-CAPITÁN, L.A. (2011). Economía política del desarrollo: La construcción retrospectiva de una especialidad académica. Revista de Economía Mundial, 28, 279-320.

LÖWY, M. (2005). What is ecosocialism? Capitalism Nature Socialism, 16 (2), 15-24.

MARTINEZ-ALIER, J. (2011) O ecologismo dos pobres: conflitos ambientais e linguagem de valoração. São Paulo, Contexto.

MARTINEZ-ALIER, J, ANGUELOVSK, I., BOND, P., DEL BENE, D., DEMARIA, F., GERBER, J-F.,…YÁNEZ, I. (2014). Between activism and science: grassroots concepts for sustainability coined by Environmental Justice Organizations. Journal of Political Ecology, 21(1), 19-60.

MILANEZ, B. & SANTOS, R.S.P. (2013). Neoextrativismo no Brasil? Uma análise da proposta de um novo marco legal da mineração. Revista Pós Ciências Sociais, 10(19), 119-147.

PARAJULI, P. (2006). Retornando ao lar terra: etnicidades ecológicas e diversidades bioculturais na idade da ecologia. In.: HERCULANO, S. & PACHECO, T. Racismo ambiental: I Seminário Brasileiro Contra o Racismo Ambiental. Rio de Janeiro, Projeto Brasil Sustentável e Democrático: FASE: LACTTA: UFF.

PORTO, M.F., PACHECO, T. & LEROY, J.P. (2013). Injustiça ambiental e saúde no Brasil: o mapa de conflitos. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz.

RODRIGUES, A.R. Contar para o mundo: a produção audiovisual em Conceição das Crioulas. Textos Graduados, 2(1), 39-54.

SANTOS, B. S. (2006). A gramática do tempo: para uma nova cultura política. S. Paulo, Porto: Cortez Ed., Afrontamento.

______ (2007). Para além do pensamento abissal: das linhas globais a uma ecologia de saberes. Revista Crítica de Ciências Sociais, 78, 3–46.

______ (2013). Nas mãos de Alice. S. Paulo, Porto: Cortez Ed., Afrontamento.

SVAMPA, M. (2016). Extrativismo neodesenvolvimentista e movimentos sociais: um giro ecoterritorial rumo a novas alternativas? In: DILGER, G., LANG, M. & PEREIRA FILHO, J. Descolonizar o imaginário: debates sobre pós-extrativismo e alternativas ao desenvolvimento. São Paulo, Elefante, Fundação Rosa Luxemburgo y Autonomia Literária.

WALSH, C. (2008). Interculturalidad, plurinacionalidad y decolonialidad: las insurgencias político-epistémicas de refundar el Estado. Tabula Rasa, 9, 131-152.


Enlaces refback

  • No hay ningún enlace refback.


Commons. Revista de Comunicación y Ciudadanía Digital

ISSN: 2255-3401

DOI: http://dx.doi.org/10.25267/COMMONS

Commons se publica bajo licencia Creative Commons 3.0 

Este site ha sido creado con Open Journal Systems

 

Síguenos en Twitter: Twitter Teknokultura