Entre monumentos e palavras: a paisagem linguística do património histórico no ensino das línguas
DOI
https://doi.org/10.25267/Tavira.2025.i30.1202Informação
Resumo
Os autores Landry e Boris (1997) introduziram o conceito de Paisagem Linguística (PL), uma ideia que se refere ao estudo dos sinais linguísticos que aparecem nos espaços públicos. Os objetivos do artigo são, por um lado, demonstrar que a utilização da PEL como ferramenta pedagógica e do património cultural tangível de uma localidade como conteúdo no ensino de línguas está em consonância com o ODS 11, as políticas de proteção do património cultural adotadas pela UNESCO e as políticas educativas atuais; por outro lado, analisar o valor pedagógico da PEL no ensino de línguas, com especial enfoque no património cultural. Para tal, propõe-se uma série de actividades didácticas baseadas nas placas informativas que acompanham os monumentos e edifícios históricos da ciudade de Palencia. A metodologia utilizada centra-se, por um lado, numa revisão da legislação educativa espanhola em vigor, na lógica institucional sobre a conservação do património cultural tangível e no ODS número 11, centrado em ciudades e sociedades sustentáveis; por outro lado, numa revisão bibliográfica de publicações especializadas em PC e educação. Estas propostas promovem o multilinguismo e contribuem para o desenvolvimento da cidadania global.
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Copyright (c) 2025 Margarita Robles Gómez

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